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MEDITAÇÃO DIÁRIA

quarta-feira, 30 de maio de 2007

Distrofia Muscular de Duchenne

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Espondilite Anquilosante e Artrite reumatóide

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Fibromialgia

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AV2 Hidro (ECI / TCE / AVE) 1

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AV2 Hidro (ECI / TCE / AVE) 2

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AV2 Hidro (artrose / osteoporose / problemas posturais / bursite) 1

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AV2 Hidro (artrose / osteoporose / problemas posturais / bursite)2

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terça-feira, 29 de maio de 2007

A estória dos sapinhos….

Era uma vez um grupo de sapinhos...

… que organizaram uma competição.
O objetivo era alcançar o topo de uma torre muito alta.
Uma multidão se juntou em volta da torre para ver a corrida e animar os competidores...

A corrida começou...


Sinceramente:
Ninguém naquela multidão toda realmente acreditava que sapinhos tão pequenos pudessem chegar ao topo da torre.
Eles diziam coisas como:
"Oh, é dificil DEMAIS!!
Eles NUNCA vão chegar ao topo."
ou:
"Eles não tem nenhuma chance de sucederem. A torre é muito alta!"
Os sapinhos começaram a cair. Um por um...
... Só algums poucos continuaram a subir mais e mais alto...
A multidão continuava a gritar
"É muito difícil!!! Ninguém vai conseguir!"
Outros sapinhos se cansaram e desistiram...
...Mas UM continuou a subir, e a subir...
Este não desistia!

No final, todos os sapinhos tinham desistido de subir a torre. Com exceção do sapinho que, depois de um grande esforço, foi o único a atingir o topo!
Naturalmente, todos os outros sapinhos queriam saber como ele coneguiu?
Um dos sapinhos perguntou ao campeão como ele conseguiu forças para atingir o objetivo?
E o resultado foi…
Que o sapinho campeão era SURDO!!!!

A moral da estória é:
Nunca dê ouvidos a pessoas com tendências negativas ou pessimistas...
…porque eles tiram de você seus sonhos e desejos mais maravilhosos. Aqueles que você tem no coração!


Sempre se lembre do poder das palavras.
Porque tudo o que você ouvir e ler irá afetar suas ações!

Portanto:

Seja SEMPRE…
POSITIVO!

E acima de tudo:


Seja SURDO quando as pessoas dizem que VOCÊ não pode realizar SEUS sonhos!
Sempre pense:
Eu POSSO fazer isso!



(Recebi esta mensagem da querida Beth! "A amizade multiplica as coisas boas e divide as más!!!" Bjs)

sexta-feira, 25 de maio de 2007

A Lógica de Einstein

Recebi esta mensagem muito linda da querida Leidiane!!!
Leidiane, te acho uma vencedora!!!

Duas crianças estavam patinando num lago congelado da Alemanha.
Era uma tarde nublada e fria, e as crianças brincavam despreocupadas.
De repente, o gelo se quebrou e uma delas caiu, ficando presa na fenda que se formou.
A outra, vendo seu amiguinho preso e se congelando, tirou um dos patins e começou a golpear o gelo com todas as suas forças, conseguindo por fim quebrá-lo e libertar o amigo.

Quando os bombeiros chegaram e viram o que havia acontecido, perguntaram ao menino: - Como você conseguiu fazer isso?
É impossível que tenha conseguido quebrar o gelo, sendo tão pequeno e com mãos tão frágeis!

Nesse instante, o gênio Albert Einstein que passava pelo local, comentou:
- Eu sei como ele conseguiu.
Todos perguntaram: - Pode nos dizer como?
- É simples, respondeu o Einstein.
- Não havia ninguém ao seu redor, para lhe dizer que não seria capaz.

"Deus nos fez perfeitos e não escolhe os capacitados, capacita os escolhidos". Fazer ou não fazer algo, só depende de nossa vontade e perseverança. (Albert Einstein)

Conclusão: Preocupe-se mais com sua consciência do que com sua reputação. Porque sua consciência é o que você é, e sua reputação é o que os outros pensam de você. E o que os outros pensam, é problema deles.

quinta-feira, 24 de maio de 2007

Sangue de plástico

Novidade na ciência – e, quem sabe, em pouco tempo, na medicina: sangue fabricado em laboratório. Os cientistas acreditam que o sangue de plástico é a descoberta do “Santo Graal”.
Reportagem: Marcos Losekann (Londres)



É vermelho, é vital, mas não corre nas veias. Vem do petróleo. Fabricado em laboratório, é transportável na forma de pasta e pode ser dissolvido em água. É sangue de plástico.
“Não é o tipo de plástico com que estamos acostumado a lidar no nosso dia a dia”, explica o professor Lance Twyman, cientista da Universidade Sheffield, da Inglaterra.


“É um plástico refinado, de onde retiramos moléculas similares à hemoglobina, um pigmento responsável pela fixação do oxigênio e de sua transferência para as células do corpo”, acrescentou Lance Twyman.

Em outras palavras, é sangue artificial. Artificial, mas que pode funcionar. Em testes de laboratório, já deu certo, segundo o professor Twyman. É como sangue de bolso.
A idéia é desenvolver o produto em grande escala para ser usado, principalmente, em situações de emergência: em áreas de conflito, por exemplo, onde os bancos de sangue natural nem sempre estão com estoques suficientes para salvar vidas.


A invenção foi apresentada no Museu da Ciência, em Londres, em uma feira sobre as 1.001 utilidades do plástico. Ainda é um projeto que requer investimento e pesquisa, mas é já é um alento, uma nova arma a favor da medicina.

Transplante de órgãos, fertilização in vitro, clonagem de seres vivos – a ciência não pára de evoluir nem surpreender. Os cientistas comemoram. Acreditam que o sangue de plástico é a descoberta do “Santo Graal”.

Mas já há quem ache que a ciência, que tenta imitar Deus, anda passando da conta. Trata-se de uma discussão que tem deixado muita gente de sangue quente.

Assista a reportagem aqui: http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM680324-7823-SANGUE+FABRICADO+EM+LABORATORIO,00.html

Fonte:http://bomdiabrasil.globo.com/Jornalismo/BDBR/0,,AA1547338-3682-680324,00.html

PRONOMES DE TRATAMENTO

Ao fazer um convite, enviar uma carta, uma petição, um cumprimento, e na conversação em um evento social onde encontra autoridades, é comum a pessoa se perguntar qual o pronome de tratamento que deve empregar, em meio às dezenas de expressões que se convencionou considerar as mais respeitosas.

Definidos no âmbito das Boas-maneiras, os pronomes de tratamento são palavras que exprimem o distanciamento e a subordinação em que uma pessoa voluntariamente se põe em relação a outra, a fim de agradá-la e ensejar um bom relacionamento. Porém, seu emprego abusivo poderá afetar negativamente a dignidade da pessoa que os emprega; é o que se chama sabujice.

O Aurélio define os pronomes de tratamento como "palavra ou locução que funciona tal como os pronomes pessoais". Os gramáticos, por sua vez, ensinam que esses pronomes são da terceira pessoa, substituindo o "tu" da segundo pessoa.

Isto é fácil de entender.
A base desses pronomes são certos qualificativos como: Excelentíssimo, Reverendo, Magnífico, Eminente, etc. As formas pronominais diretas e indiretas respectivas a esses exemplos são: Vossa Excelência, Sua Excelência, Vossa Reverendíssima, Sua Reverendíssima, Vossa Magnificência, Sua Magnificência, e Vossa Eminência, Sua Eminência. Usando-as, não falo diretamente com a pessoa mas, estando em sua presença, eu me dirijo a ela representada por aquilo que ela tem de notável; uma qualidade que é tomada pelo substantivo (ou nome) respectivo.

Por exemplo, a uma pessoa bela, eu diria
"Vossa Beleza gostaria de sentar-se ao meu lado?"

dirigindo-me à sua beleza, como se dissesse
"Ela, a tua beleza, gostaria de sentar-se ao meu lado?".

Poderia também falar a respeito dela a uma terceira pessoa dizendo:
"Sua Beleza já se foi!" ou "Sua Beleza está de mau humor".

Quando reconheço na pessoa excelsas virtudes e excelência moral, falo dela: "Sua Excelência deu-me uma ordem" (A excelência dela deu-me uma ordem).

Mas a questão, do ponto de vista gramatical, é um pouquinho complicada. Afinal, por que se diz "Vossa Excelência" e não "Tua Excelência" como segunda pessoa do singular?

Ocorre que um modo de reconhecer ou afirmar com mais ênfase é empregar os pronomes no plural, substituindo "tu" por "vós", "tua" por "vossa", etc. Assim é na prece "Vós sois o Todo Poderoso", em lugar de "Tu es o Todo Poderoso".

Quando digo "Vossa Excelência", eu estou a dizer que, além de reconhecer na pessoa a sua excelência moral, também reconheço a grandeza da sua virtude. Então o significado "Ela, a tua excelência" passa a ser "Ela, a vossa (grandiosa) excelência".

O verbo fica na terceira pessoa do singular porque a concordância é feita com a qualidade "excelência" e não com o pronome possessivo "Vossa". Mas é importante lembrar que, por hábito, "seu" e "sua" são empregados naturalmente em lugar de "teu" e "tua", e "vosso" e "vossa" em muitas regiões do Brasil. Resulta disso uma certa tendência ao emprego incorreto da fórmula mais suave de tratamento direto "Sua Excelência", em lugar de "Vossa Excelência", como em "Sua Excelência me permite?"

Você.
Ao tempo dos governos por "Direito Divino", os cargos eram considerados sagrados e toda autoridade representava a autoridade divina. Então, o povo comum preferiu, de modo mais prático, enaltecer uma qualidade nos poderosos que lhe interessava mais de perto: a "misericórdia" ou "mercê" das autoridades. Daí dirigir-se o povo às pessoas mais importantes por "Vossa Mercê". O pronome "Você" é uma contração da alocução "Vossa Mercê", e é por essa razão que é usado como terceira pessoa, pois a concordância dá-se com uma qualidade que representa a pessoa poderosa, sua magnanimidade ou "Mercê".

Respeito ao cargo.
Penso que é uma falsa idéia considerar os pronomes de tratamento como necessários para manifestar respeito pelo cargo público que uma pessoa ocupa. Esses cargos, em uma democracia, são conferidos pelo povo e nenhum deles representa autoridade sobre pessoas; representam apenas responsabilidade pelo cumprimento da Lei no setor específico da autoridade respectiva.

Porém, quando a autoridade pública tende a ser atrabiliária e aterrorizante, o medo é, com certeza, um fator no inconsciente coletivo que leva ao excesso de frases e cumprimentos laudatórios em que a subserviência é uma defesa e a sabujice uma estratégia. No Estado Moderno, onde existe verdadeiramente Justiça e os funcionários do Poder são corretos, os cidadãos não precisam temer a arbitrariedade, e por isso o tratamento não enfrenta nenhuma barreira e pode dispensar perfeitamente estas formas fantasiosas e ultrapassadas de tratamento com origem nos círculos da tirania por direito divino e nos meios oficiais corruptos.

O respeito pelo cargo de uma autoridade, ou pela autoridade mesma, ou pela pessoa que exerce a autoridade, consiste em respeitar a Lei por cujo cumprimento ela é responsável, e não em chamá-la de "excelentíssima".

O emprego de "Senhor".
Como dito, os pronomes de tratamento são expressões do distanciamento e da subordinação em que uma pessoa voluntariamente se põe em relação a outra, a fim de agradá-la e ensejar um relacionamento cortês. O principal pronome de tratamento, consagrado universalmente e o único que as pessoas comuns devem usar como necessária manifestação de respeito, não importa a quem estejam se dirigindo, é "Senhor"/"Senhora" usando-se sempre o tratamento direto. A expressão "Vossa Senhoria", pela razão acima exposta já emprestaria uma ênfase desnecessária à superioridade e, no meu entender, deveria ser evitada.

O homem comum, mesmo quando se dirige ao Presidente da República, ou quando fala dele, não deve utilizar mais que "Senhor Presidente" e "O Senhor Presidente". Então seria perfeitamente polido o tratamento na frase: "Senhor Presidente, o Senhor pode conceder-me uma audiência?", e o mesmo é válido para o tratamento com qualquer autoridade, inclusive juizes, reitores, deputados e senadores.

É de notar, e isto eu acho muito importante, que também no tratamento que se dá ao reitor de uma universidade pode ser obrigatório o emprego daqueles anacrônicos pronomes de tratamento apenas para os professores e funcionários da universidade, que são seus subordinados, e para a burocracia, se a universidade for federal, estadual ou municipal. No caso de se tratar de uma universidade particular, apenas se o seu Conselho Universitário criar um Protocolo contendo tal determinação estaria o seu corpo docente obrigado a empregar o pronome "Magnífico Reitor" ou "Vossa Magnificência". Portanto, nesse caso, se você quer chamar o seu reitor de Magnífico com propriedade, apresse a aprovação do Protocolo da sua Instituição estabelecendo tal preciosismo.

Os alunos das universidades tanto públicas quanto privadas, quando dirigem seus requerimentos ao Reitor, não estão obrigados a tratá-lo por "Vossa Magnificência" nem a endereçar sua petição "Ao Magnífico Reitor" uma vez que não pertencem à Instituição, apenas a freqüentam. O tratamento que devem dar ao Reitor é apenas "Senhor Reitor".

O emprego de "Doutor".
A palavra "Doutor" tem dois únicos significados e, consequentemente, deveria ser empregada somente nos casos a eles pertinentes: "médico", por tradição, ou um determinado grau de estudo universitário obtido em uma especialização além do bacharelado.

O emprego indevido de "Doutor" é comum entre a gente mais humilde e sem instrução, e por funcionários mal preparados, que associam a palavra Doutor a um status social ou a um nível de autoridade superior ao seu. Essas velhas divisões não são condizentes com a democracia. É necessário lembrar que não existe lei que obrigue uma pessoa comum a tratar uma outra por Doutor. Esse tratamento só é obrigatório nos meios acadêmicos para aqueles que fizeram defesa (antigamente pública) de tese. Tão pouco um tratamento discriminatório desse tipo poderá ser um dever de Civilidade ou de Boas-maneiras. Quando estabelecer um novo relacionamento, limite-se ao uso de "Senhor", e não utilize "Doutor", exceto numa relação profissional, se assim desejar, caso esteja sob os cuidados de um profissional formado.

Camarada, Companheiro, Irmão.
Os círculos e organizações privadas podem criar o seu protocolo para observância entre seus membros, e assim acontece com a Igreja, com uma empresa, com partidos políticos, ou um simples clube esportivo. É uma posição da filosofia socialista que todas as pessoas são parte do Estado e por isso as formas de tratamento discriminatórias não são cabíveis. O mesmo pode acontecer por parte de denominações religiosas que desejam enfatizar entre os fieis a noção de igualdade perante o sagrado. Nesses casos, o tratamento indireto é parecido com os anteriormente vistos, mas não é feito com base em uma qualidade da pessoa mas com respeito à sua condição de igual, expressa por substantivos como "Camarada,", "Companheiro", "Irmão", etc; por exemplo: "O Irmão está satisfeito?", "O Camarada me permite?".

Problemas do Cerimonial.
Nos círculos fechados da diplomacia, do clero, da burocracia governamental, do judiciário, etc., ainda existe o emprego codificado (São obrigatórios por Lei) de pronomes de tratamento laudatório, hierarquizados pela importância oficialmente atribuída a cada cargo (Maior importância: Excelentíssimo Senhor; menor importância, Ilustríssimo Senhor, etc.).

A Presidência da República Federativa do Brasil editou em 1991 um minucioso manual com todos os tons obrigatórios para o trato oficial em todos os níveis, federal, estadual ou municipal, com o emprego de "Excelentíssimo", "Magnífico", "Santíssimo" "Eminência Reverendíssima" ou, no mínimo "Ilustríssimo Senhor". Diz o manual que é por tratar-se de "tradição". É claro então que o manual está transformando essa "tradição" em norma a ser obedecida. Porém, essas normas não podem ser obrigatórias para o cidadão comum, e devem ser entendidas como normas de Protocolo, obrigatórias apenas entre os próprios burocratas, e no trato oficial com autoridades estrangeiras e da Igreja, que muito as apreciam e exigem.

Note-se que existem três formas:

a) Apenas o qualificativo, utilizado no endereçamento. Ex.: Ao Magnífico Reitor da Universidade do Gama.

b) O tratamento direto, com ênfase, como na frase: "Vossa Excelência, o que me ordena?" ou simples: "Sua Excelência, o que me ordena?"

c) O tratamento indireto, quando falamos a um terceiro a respeito da autoridade: "Sua Excelência o Ministro me fez portador dessa mensagem congratulatória".

Alguns exemplos:

Vossa Excelência ( V. Ex.ª ).Emprega-se, no meio oficial para:
Presidente da República;
Vice-Presidente da República;
Ministros de Estado;
Chefe do Estado Maior das Forças Armadas;
Chefe do Gabinete Militar da Presidência da República;
Chefe do Gabinete Civil da Presidência da República;
Consultor Geral da República;
Chefe do Serviço Nacional de Informações Presidentes;
Membros das Assembléias Legislativas dos Estados Governadores de Estado;
Vice-Governadores;
Prefeitos Municipais;
Secretários de Estado;
Senadores Deputados;
Juizes do Trabalho, Juizes de Direito e Juizes Eleitorais;
Procurador Geral da República Embaixadores e Cônsules Generais e Marechais;
Forma de endereçamento::
Excelentíssimo Senhor (Exmº. Sr) e Meritíssimo Senhor (MM) para juizes;

Vossa Senhoria ( V. S.ª ) Emprega-se, no meio oficial para:
Funcionários graduados;
Organizações comerciais e industriais;
Particulares em geral;
Forma de endereçamento::
Ilustríssimo Senhor (Ilmº. Sr.)

Vossa Eminência ( V. Em.ª ), emprega-se, no meio oficial para:
Cardeais;
Forma de endereçamento:
Eminentíssimo Senhor ( Emm.º Sr. )

Vossa Excelência Reverendíssima ( V. Ex.ª. Rev.ma ), emprega-se, no meio oficial para:
Arcebispos e Bispos;
Forma de endereçamento:
Excelentíssimo Senhor ( Exm.º Sr. )

Vossa Santidade ( V .S. ). emprega-se, no meio oficial para:
Papa;
Forma de endereçamento:

Santíssimo Padre ou Beatíssimo Padre...

Reverendo ( Rev.do.), emprega-se, no meio oficial para:
Sacerdotes;
Clérigos Religiosos;
Forma de endereçamento:
Reverendo...

Vossa Magnificência, emprega-se, no meio oficial para:
Reitores de Universidades;
Forma de endereçamento:

Magnífico Reitor...

Vossa Majestade ( V. M. ), emprega-se, no meio oficial para:
Imperadores;
Reis, Rainhas;
Forma de endereçamento:
A Sua Majestade, Rei ....(ou Rainha)

Vossa Alteza ( V. A.), emprega-se, no meio oficial para:
Príncipes e Princesas;
Forma de endereçamento:
A Sua Alteza, Príncipe... (ou Princesa)

(O leitor que desejar, poderá encontrar mais detalhes e exemplos no MANUAL DE REDAÇÃO DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA (1991))

Conclusão.
É sem dúvida uma questão que interessa à Filosofia Moral, o fato de alguém, - por força de lei ou de normas, ou simples tradição, - ser obrigado, ou de alguma forma coagido a empregar expressões laudatórias como "Digníssimo", "Excelentíssimo" "Ilustríssimo", ou a se ajoelhar ou se curvar, obrigatoriamente, diante de uma pessoa. Por significar uma discriminação, esse constrangimento afeta a igualdade de tratamento garantida na Declaração dos Direitos Humanos.

A boa tendência em Boas Maneiras é guardar a tradição, porém, devido às novas formas de comunicação, o tratamento entre os cidadãos tornou-se bastante simples. O que Boas Maneiras prescrevem é que se manifeste respeito com propriedade e simplicidade, sem exageros. Ir ao ponto de chamar alguém de "Excelência", "Meritíssimo", "Ilustríssimo" ou "Majestade" em qualquer situação, mesmo oficial, é sem sombra de dúvida um exagero ridículo. Porém, mesmo nas democracias mais liberais e cultas, enquanto houver pessoas que não se reconheçam como indivíduos comuns e acreditem que o tratamento cerimonioso que empregarem, com cuidadosa discriminação em vários graus de adequação e propriedade, será prova de seu refinamento e superioridade social, o cacoete laudatório haverá de continuar.

Conversar é uma ARTE!!!

A conversação é um tópico importante para ser examinado quando a preocupação é o bom transcurso de uma recepção. Ainda que se trate de um simples encontro informal para beber e conversar, deve ser levada em conta numa certa medida.

É muito repetido que a conversação é uma arte, e este dito deve ser levado a sério. Como arte, a conversação não é julgada pela qualidade informativa, mas sim pela qualidade dos sentimentos que desperta, se eles aproximam ou afastam os interlocutores. Interessa evitar modos que criam antipatia, e descobrir e praticar os modos que, ao contrário, induzem simpatia e felicidade no convívio. Neste sentido, existem coisas a serem evitadas na conversação, e coisas a valorizar e praticar:

Atenção.
Conversar é falar e ouvir. É necessário saber ouvir com atenção, a fim de se poder dar uma opinião pertinente e rica como resposta. O bom ouvinte dá ao interlocutor atenção máxima, embora acompanhada de certa atenção também para o que se passa em geral no ambiente.
Tratamento.O emprego de "Senhor" no tratamento é o mais certo, mesmo nas situações mais formais, conforme explico em minha página sobre
pronomes de tratamento. No Brasil não se chama uma mulher pelo seu sobrenome e portanto não se diz, por exemplo, "Sra. Torres", ou "Senhora Pinto".

O olhar.
Olhar uma pessoa é um gesto que pode transmitir diretamente sentimentos; comunica ódio, expressa amor, repreensão, advertência, preconceito, encorajamento, etc. Fitar com interesse o interlocutor em uma conversa é prova de consideração e por isso uma atitude que desperta simpatia. O olhar é a garantia da atenção. Em um grupo, quem fala deve procurar fitar a cada um dos parceiros para distribuir sua atenção e com isto assegurar, também, a atenção de todos para o que diz.
Se você ou seu grupo é abordado por alguém a quem você não gostaria de dar atenção por algum motivo, esteja da mesma forma atento ao que essa pessoa disser. Ostentar falta de atenção e alheamento para forçar o indesejável a deixar o grupo seria uma grosseria inútil, já que provavelmente não surtiria efeito Espere a oportunidade de pedir licença e se afastar.

Onde conversar.
Para conversar, não se coloque nas portas e passagens estreitas. Se a sala-de-estar é pequena para o número de convidados, e você não é o convidado de honra, procure descobrir locais próximos em que possa ficar com seu parceiro ou seu grupo, porém nunca de modo a perder contacto com os demais convidados e os anfitriões.

Falar em voz alta.
Moderar a voz mesmo quando a conversa está animada e o ambiente alegre pode ser difícil, e por isso a voz baixa e a conversa calma e pausada são as melhores provas de que uma pessoa é educada e distinta. Alterar a voz para falar com quem está em outra mesa ou em outro cômodo é um desrespeito para com os demais; incomoda os que estão por perto, e constrange e incomoda inclusive o parceiro distante e por isso é uma das coisas a serem evitadas.

Namoro.
Não namore em uma festa. Seja atencioso com todos e dê liberdade a sua namorada ou namorado para entrar em alguma roda de conversação que possa interessar a ela ou ele.

Interrupção.
Este é um vício da conversação muito comum, sem que as pessoas que o têm se dêem conta de que são "interrompedoras" crônicas. O hábito de cortar o que o outro diz com um aparte que quebra a linha do seu pensamento deve ser evitado. Apartes simpáticos são os que ajudam o outro a desenvolver com mais fluidez a sua exposição.
Se foi interrompido(a), volte ao ponto em que estava somente se achar que vale a pena, e se o assunto lhe interessa de modo particular, e não para deixar claro que não gostou da interrupção forçada.

Participação na conversa.
Obviamente, não é bom conversar sobre assuntos que nem todos entenderiam. Se precisar abordar um assunto particular com alguém do grupo, explique aos demais de que se trata. Do mesmo modo, para continuar uma conversa depois de interrompida pela chegada de alguém ao grupo, é necessário fazer, para o recém-chegado, um resumo do que foi discutido antes de sua chegada. Há uma marcada diferença entre assuntos que interessam às mulheres e os assuntos que interessam aos homens, quando se considera a generalidade desses interesses. Há uma diferença ainda mais marcante, com respeito aos mais jovens, em relação às pessoas maduras e aos velhos. Porém um velho pode facilmente reter um jovem em uma conversação, por que sua experiência da vida pode ser fascinante para alguém inteligente que deseja aproveitar todas as pistas para vencer na vida. Fale com uma mãe sobre os filhos dela, pois é o assunto que as mães nunca desprezam.

Crianças.
Se você visita uma casa que tem crianças, procure logo de início despertar sua simpatia, pois as crianças são muito críticas e pregam peças ou fazem alguma coisa para atrair atenção que pode ter conseqüências embaraçosas para você.

Assuntos desagradáveis.
Certos assuntos também devem ser evitados ou pelo menos abreviados. A conversa sobre acontecimentos desagradáveis, quaisquer que sejam, deve ser evitada ou, se for inevitável, que seja resumida. Conversar prolongadamente sobre alguma adversidade, além de contribuir para um certo abatimento moral no ambiente, também pode acabar por fazer as pessoas tentarem relaxar usando de humor negro e piadas de mau gosto sobre o acontecido. Também deve ser resumida ao mínimo indispensável a conversa sobre assuntos ligados à profissão dos interlocutores: não falar de política com um jornalista, ou de doenças com um médico, ou de ações com um corretor da bolsa; de educação com um pedagogo, ou de filosofia com um filósofo.

Controvérsias.
Não levantar disputas e participar de discussões inflamadas. Evite levar adiante pontos de vista controversos. Temas religiosos e políticos são temas para proselitismo, para púlpito ou palanque, e não para conversa social. Evite também questões objeto de preconceito como a da homossexualidade, do racismo, origem familiar, sotaque regional, etc. Se alguém é enfático ao argumentar contra os seus pontos de vista, não diga nada; ou murmure uma palavra neutra; ou no máximo diga que está a se esforçar por encontrar um ponto de acordo. No entanto, mantida a calma, pode ser uma boa oportunidade para ouvir opiniões sobre suas idéias e posições na matéria. É importante lembrar o efeito que tem o café servido nas reuniões: pode levar a pessoa a excitação no falar.

Sarcasmo.
A pessoa espirituosa e bem humorada é um tipo de convidado sempre desejável. Porém, todo excitamento pode resultar desagradável: há o risco de cansar os ouvintes com um excesso de ditos espirituosos. A pessoa bem humorada pode passar seu bom humor ao grupo, alegrar a roda de conversação e influir para o bom êxito de uma festa. Mas, muita vivacidade é inconveniente, pode levar a exageros; a espirituosidade facilmente deriva para a ofensa. Um dito humorístico pode atingir o amor próprio do interlocutor. Não me recordo onde li essa expressão, mas concordo com ela: algumas pessoas são espirituosas compulsivas e preferem perder um amigo a perder a oportunidade de fazer uma piada.

Inferioridade.
Subserviência e rasgada manifestação de admiração devem ser evitados. Lembra Cavaleiro, no livro The laws of etiquette, by a gentleman (1836, p. 60) que Nil admirari, o preceito do estoicismo, é o preceito para a conduta entre cavalheiros. É desagradável, para o próprio homenageado, um excesso de homenagens que partem de um indivíduo insistentemente adulador.

Superioridade.
O oposto é igualmente um erro: Conduzir a conversa com superioridade sobre o interlocutor, manifesto no pouco interesse por suas opiniões, por não lhe dar oportunidade de falar, e outras atitudes que inibem e constrange o outro. Frases enigmáticas ou em outra língua, muitos jargões estranhos, podem ser um expediente para afastar alguém menos entendido do assunto, e fazer que deixe o grupo. Embora seja necessário distinguir pessoas relativamente "mais importantes" em um evento social, a recíproca não é aceitável, ou seja, que existam pessoas "menos importantes" que a média dos convidados. Ao perceber que não está no grupo certo, afaste-se sem rancor.

Jactância.
Algumas pessoas não resistem a qualquer oportunidade de nomear as pessoas importantes que conhece ou com quem falou; outras desejam revelar quanto ganham no emprego ou no seu negócio, quanto a sua aposentadoria é boa, e chegam a exibir seu contracheque para provar suas rendas. Para por um fim ao assunto sem ofender a pessoa, pode ser feita uma observação curta, como "Sua área sempre foi bem paga!" e tentar mudar de assunto prontamente.

Curiosidade.
Em uma conversa, evitar excesso de curiosidade. Não se pergunta pelo preço de nada que pertença aos interlocutores. Perguntas diretas como "O que você faz desde que se aposentou?" "Seu filho já passou no vestibular?" "Qual a sua idade?", "Em que bairro você cresceu?", "Fez cirurgia plástica?" "Qual sua ocupação?" "É casado?" "Solteiro por opção?" "Quantos filhos tem?...Porque só um?" e outras semelhantes podem causar embaraço e por isso nunca devem ser formuladas.. Uma pergunta é mais elegante se disfarçada em uma afirmação que é`, ao mesmo tempo, também inquisitiva, como, por exemplo: "Espero que você esteja satisfeito em conhecer Brasília".

Escolhendo as palavras.
Os autores de livros sobre Boas-maneiras sempre insistiram em que uma pessoa educada, referindo-se a uma mulher, usará a expressão "senhora". Mas, ao falar da mulher, o marido deverá chamá-la "minha mulher", nunca "minha senhora" ou "minha esposa". No entanto, uma outra pessoa haverá de referir-se à mulher do outro como tua ou "sua senhora" ou "esposa" evitando-se "mulher". São expressões demasiado simplórias e devem ser evitadas, mesmo na conversa coloquial, aquelas como "minha patroa", "minha velha". Para a mulher, o uso comum é "meu marido", ou teu ou "seu marido". Porém, no tratamento cerimonioso, devem ser observados os pronomes de tratamento adequados.

Toda expresssão de gíria, palavras ou frases, deve ser evitada, principalmente aquelas que cheiram a velharia e épocas passadas: "venha passar mal comigo", empregada como convite para uma refeição, "mas que abacaxi!", referindo-se a um contratempo, "ele é macaco velho!", e outras do gênero.

Pontuações da conversa como: Tá? Colou? Tá bom? Legal!... desagradam aos ouvidos, por não conterem um mínimo de respeito à sensibilidade das pessoas. Observações tais como "Puxa, você está pálido!" "Você está com cara de doente!" Você está derrubado! esfriam o animo do interlocutor. Palavrões, piadas e anedotas de conteúdo moral discutível deixarão o anfitrião ressentido, se ele investiu em receber seus convidados segundo o melhor padrão cultural que pode oferecer.

Algumas pessoas têm o hábito de elas mesmas levantarem dúvidas sobre detalhes daquilo que estão falando. Detalhar um assunto já é coisa que provoca tédio, e isto agravado por uma desnecessária procura de exatidão no que diz ("Será que estou certo? Não, não foi bem assim. Ao contrário, eu..."), torna a conversa insustentável. Expressões como "Por que você não...?"; "Sim, mas...!"; "Eu não sei o que fazer!" povoam as conversas sustentadas por um falso interesse das partes.

É muito importante a pessoa dispor de um elenco de frases para utilizar quando precisa ganhar tempo para pensar uma resposta, mas expressões como "Espera aí...", "Como é que é?", "Dá um tempo!", deveriam ser substituídas por outras menos rudes, como, por exemplo: "É interessante o que você diz, e merece reflexão". "Este é um novo ângulo da questão; é preciso examiná-lo."

Efeito dos elogios.
Pontuar a conversa com elogios simples e inteligentes, feitos a cada um dos interlocutores, anima a conversação. Porém, é lugar comum elogiar gravatas, blusas e vestidos, e isto influi relativamente pouco no ânimo da pessoa elogiada. Elogio a vestimentas e adereços, só quando a pessoa está a ousar muito, o que significa que ela receberia com prazer especial a confirmação do êxito de sua audácia. Ao elogiar a comida, basta dizer que está saborosa; avançar para pedir a receita como prova da sinceridade do elogio é impróprio para o momento; pode ficar para depois, por telefone. Passar elogios a uma pessoa, que tenham sido feitos por terceiros, é uma forma muito poderosa de estimular alguém. Ao contrário, nunca se deve transmitir indelicadezas ouvidas de terceiros: você de certo modo estará se incluindo na autoria da ofensa. Se é você a pessoa elogiada, receber a manifestação com evidente prazer, concordar e agradecer, porém de modo contido.

Estar bem informado.
Afirmações inseguras sobre um fato importante de qualquer natureza, pontuadas por "parece que" ou "eu acho que", introduzem na conversa um momento de indefinição desagradável, de falta de objetividade capaz de congelar a conversa e por isso afirmações inseguras devem simplesmente ser evitadas.

Outras impropriedades: São condenáveis ainda e obviamente: a vulgaridade, a superficialidade, a ênfase exagerada, comentários indiscretos, a afetação, a repetição da mesma história.

Psicologia.
A conversação nunca é apenas uma troca de informações, uma vez que as pessoas reagem com emoção às informações trocadas. Devido à riqueza de emoções de um diálogo, os temas repetidos na conversação são um meio excelente para a pessoas conhecerem um pouco de sua própria personalidade e daquelas com quem conversarem.

Higiene.
Na conversação a proximidade em que estão as pessoas torna importante que certos aspectos da higiene pessoal sejam cuidados, por serem fatores que poderão isolar uma pessoa. O principal deles é o mau hálito ou halitose. A limpeza e o cheiro da pessoa não são menos importantes e devem estar permanentemente cuidados.

Duas formas para viver a vida (Albert Einstein)

É gente, Einstein não era só cientista não, era um poeta!
Vejam o que encontrei escrito por ele:




Pode ser que um dia deixemos de nos falar...
Mas, enquanto houver amizade,
Faremos as pazes de novo.

Pode ser que um dia o tempo passe...
Mas, se a amizade permanecer,
Um do outro há de se lembrar.

Pode ser que um dia nos afastemos...
Mas, se formos amigos de verdade,
A amizade nos reaproximará.

Pode ser que um dia não mais existamos...
Mas, se ainda sobrar amizade,
Nasceremos de novo, um para o outro.

Pode ser que um dia tudo acabe...
Mas, com a amizade construiremos tudo novamente,
Cada vez de forma diferente,
Sendo único e inesquecível cada momento
Que juntos viveremos e nos lembraremos pra sempre.

Há duas formas para viver sua vida:
Uma é acreditar que não existe milagre.
A outra é acreditar que todas as coisas são um milagre.


Albert Einstein
1879-1955

Dicionário básico de inglês

Olá amigos e amigas.
Hoje eu estava pensando em variar um pouco e colocar algo mais cômico.


Encontrei na minha lista de emails recebidos (eu guardo quase de tudo!) um dicionário básico de inglês produzido por Seu Creisson.

Depois do famoso inglês cearense - como já dizia o velho Falcão com as palavras Don't You Hi (donde tu vai), Don't You Rain (Donde tu vem), e Don't Tomorrow (donde tu mora) - esse foi o pior dicionário rápido de inglês que ja vi.

Espero que possam tirar algum proveito dele!

Cream - Roubar / Matar
Ele cometeu um cream

Cheese - Penúltima letra da alfabeto
Xaxim se escreve com cheese

Hand - Dar por vencido
Você se hand?

French - Dianteira
Vá na minha french

Paint - Desembaraçador de cabelos
Passe o paint antes de sair

River - Muito ruim
Este salgadinho está river!

Eye - Exclamação de dor
Eye que dor de dente!

Begin - Buraquinho na barriga
Tenho um begin pequeno

Somewhere - Nome de homem
Ele é irmão de Somewhere

Ice - Expressão de desejo
Ice ela gostasse de mim!

Hello - Esbarrar (no pretérito)
Ele hello nela

You - Expressão de curiosidade
You seu pai, como vai?

Sit - Para dar um exemplo
Sit duas cidades brasileiras.


Vase - Momento de quem deve jogar
Agora é minha vase.

Year - Deixar de partir
Ela teve que year.

Date - Mandar repousar
Vamos, date aí.

Day - Passado de dar
Eu day um present a ela.

Feel - Tipo de barbante
Amarre um feel ali.

Talk - Pó branco para bebês
O neném gosta que passem talk nele

Dick - Término da letra de uma música do Roberto Carlos
Dick vale tudo isso se você não está aqui?...

Dark - Termo bíblico
"É melhor dark receber"

Can't - Oposto de frio
O café está can't.

May Go - Homem dócil
Ele é tão may go!



Organizações Tabajara
De novo com équio porque é mais bonítio!

segunda-feira, 21 de maio de 2007

Consumidor deve ter cuidado na hora de escolher novo plano para conta de telefone

Operadoras terão que oferecer duas opções de planos,mas nem sempre o alternativo é o mais vantajoso;
Antes de falar ao telefone, é melhor fazer as contas para escolha do melhor plano

A partir do próximo dia 1º de julho, a cobrança pelos serviços de telefonia fixa local começará a ser feita por minutos, e não mais por pulsos, e os usuários já devem começar a identificar qual o seu perfil de consumo para optar por um dos dois planos, o básico e o alternativo que, obrigatoriamente, terão que ser oferecidos pelas operadoras. A exigência é da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

A migração do sistema atual para a tarifação por minutos será automática, mas, a partir das contas de maio, com vencimento em junho, as operadoras terão que facultar aos clientes a opção por um dos dois planos.

No plano básico, um minuto de conversação sairá a R$ 0,10 em média, enquanto no alternativo o custo será de aproximadamente R$ 0,03.

O consumidor que não optar passará automaticamente para o plano básico de tarifação por minutos.O Instituto de Defesa do Consumidor (Idec) fez um levantamento a pedido do Procon e concluiu que o plano alternativo, denominado pela Anatel como Plano Alternativo de Serviços de Oferecimento Obrigatório (Pasoo), pode ser uma armadilha para os clientes que falam pouco ao telefone, com ligações de até três minutos de duração.

Para converter os atuais pulsos para minutos, a Anatel considera que um pulso equivale a 1,7 minuto. Hoje um pulso é computado aleatoriamente em até quatro minutos após a chamada ser atendida, e depois a cada quatro minutos de conversação.

Um pulso hoje custa R$ 0,15, em média. O representante do Procon em Nova Friburgo, Evandro Arcanjo, orienta os usuários a traçarem um perfil de consumo antes de optar para qual plano pretendem migrar. “Infelizmente, depois de vários adiamentos dessa cobrança por minutos, a Anatel aprovou um sistema que ainda é confuso para o consumidor.

Muita gente poderá se dar mal se escolher o plano que não for vantajoso para o seu perfil de consumo e certamente as operadoras não deverão fazer uma ampla campanha de divulgação das vantagens e desvantagens dos planos”, destaca o integrante do órgão de defesa do consumidor no município.

Evandro explica que o plano alternativo só vale a pena para quem faz ligações locais com mais de três minutos de duração. Quem tem esse perfil e migrar para o Pasoo vai continuar pagando praticamente o mesmo valor que o cobrado no sistema atual, por pulsos. De acordo com o Procon, a desvantagem do alternativo é que a cada ligação local computada será cobrado o equivalente a quatro minutos de conversação.

A cada décimo de minuto (de seis em seis segundos), o usuário ainda será cobrado pelo tempo de utilização. Ou seja: o cliente que falar ao telefone por apenas um minuto no plano alternativo pagará por cinco minutos de uso (quatro minutos pela tarifa de completamento da ligação, mais um minuto de conversação).

Após migração de pulsos para minutos,a taxa de assinatura vai continuar
Além de ser a melhor opção para quem faz ligações locais acima de três minutos de duração, o plano alternativo é o indicado principalmente para os que utilizam a internet por acesso discado.

O Procon alerta ainda que os horários de cobrança reduzida serão os mesmos do plano básico (de segunda a sexta, da meia-noite às 6h e das 14h de sábado às 6h de segunda-feira, além das 24 horas dos feriados nacionais), quando é computada apenas uma ligação a cada chamada local completada.

No plano básico serão cobrados no horário reduzido dois minutos de conversação fixos e, no alternativo, quatro minutos. “Vale lembrar que, com a mudança de pulsos para minutos, continuará a cobrança da taxa mensal de assinatura e habilitação.

Nas linhas residenciais a assinatura do plano básico dará direito a 200 minutos em ligações e as comerciais, a 150 minutos de conversação; no alternativo, a 400 minutos de conversação. O excedente será cobrado à parte, como já é feito no sistema atual, por pulsos”, lembra Evandro Arcanjo.

Plano Básico só é bom para quem usa o telefone para dar recados ou fala pouco.
Embora o custo de cada minuto de ligação seja maior que o do plano alternativo, o plano básico é o ideal para quem fala ao telefone por até três minutos a cada ligação.

No básico não há tarifa de completamento de ligação e o consumidor só pagará realmente pelo tempo que gastar ao telefone, mas a cada chamada completada haverá tarifação mínima de 30 segundos de conversação. É o plano mais indicado para comerciantes e empresas.

Atualmente, segundo o Procon de Nova Friburgo, da forma como as contas de telefone são cobradas, dificilmente o consumidor tem base para escolher corretamente qual o melhor plano para ele, já que o número de pulsos tarifados não é um dado suficiente para se traçar um perfil ideal, pois não se sabe, por exemplo, se 200 pulsos equivalem a cem ligações ou mais. As ligações para celular, interurbanas e internacionais já são cobradas por minutos de conversação e não sofrerão qualquer alteração.


Veja alguns exemplos do custo das ligações com a mudança.

Tempo de Plano básico / Plano básico / Plano alternativo/

1 minuto R$ 0,15 / (um pulso) R$ 0,10 / R$ 0,19
2 minutos R$ 0,15 / R$ 0,21 / R$ 0,23
3 minutos R$ 0,15 / R$ 0,31 / R$ 0,27
15 minutos até R$ 0,79 / R$ 1,58 / R$ 0,75
30 minutos até R$ 1,42 / R$ 3,16 / R$ 1,35
uma hora até R$ 2,54 / R$ 6,33 / R$ 2,54


(conversação em pulsos e em minutos )

http://www.avozdaserra.com.br/materias/materias.php#mat5

domingo, 20 de maio de 2007

Formatação de Trabalhos segundo a ABNT

Disponibilizamos nesta página uma série de especificações de ordem técnica sobre os passos para a elaboração de um Trabalho Científico.
Muito longe de ser a palavra final sobre o assunto, é preciso salientar a importância de que o aluno atente sempre para as indicações prestadas pelo seu Orientador do trabalho ou pela Instituição de Ensino, uma vez que não há uma uniformidade inquestionável quanto ao modelo ideal de apresentação técnica de trabalhos científicos.
O padrão oficial seguido no Brasil é o que aqui se divulga, buscando demonstrar, embora, como já referido, sem a pretensão de esgotar o estudo das normas técnicas, passo a passo, como se deve proceder para formatar em seu computador o trabalho científico a partir das regras da ABNT.
A digitação (ou a datilografia) será feita em uma face apenas do papel (ofício), que deve ter o tamanho A4, ou seja, 29,7 x 21 cm (297mm x 210mm), em espaço um e meio e impresso, de preferência, na cor preta. O tamanho da fonte (pitch) que recomenda a norma ABNT é 12 para o corpo do texto e 10 para as citações longas e notas de rodapé (NBR 14724:2001), podendo que haja uma certa oscilação entre 11 e 14, conforme o tipo de letra escolhido pelo aluno, o quanto mais próximo possível do tamanho indicado.
Não há nas normas da ABNT uma definição exata quanto ao tipo de letra que se deve usar na confecção do trabalho científico, ou seja, não há rigor quanto a isso, por se tratar de uma recomendação, não de uma obrigação.
Recomenda-se que o aluno utilize as fontes Arial, ou Times New Roman, de preferência, entre outras possíveis (Bookman Old Style, Courier new, Garamond, Tahoma, etc), desde que não haja oposição por parte do Orientador do trabalho ou da Instituição de Ensino.


Breves definições

MONOGRAFIA é o documento composto de uma parte ou de um número de partes preestabelecido que se complementam (NBR 6023:2000).

PROJETO DE PESQUISA é o tipo de documento que apresenta um plano prévio ao desenvolvimento do trabalho até seu final. Não possui capítulos, sendo composto de folha de rosto, sumário e do projeto propriamente dito, com numeração seqüencial única.

TESE é o documento resultante de um trabalho de cunho experimental ou a exposição de um estudo científico de tema único e bem delimitado, devendo ser confeccionado a partir de investigação original, sob a coordenação de um Orientador (um Doutor), buscando a titulação de Doutor ou similar (NBR 14724:2001).

DISSERTAÇÃO é o documento que contém o resultado de um trabalho experimental ou de uma exposição de estudo científico de tema único e bem delimitado na sua extensão, visando a reunião, a análise e a pertinente interpretação de informações. Deve evidenciar o conhecimento do aluno a respeito da literatura existente sobre o tema e sua capacidade de sistematização. É feita sob a coordenação de um orientador (um Doutor), buscando a titulação de Mestre (NBR 14724:2001).

TRABALHO ACADÊMICO (Trabalho de Conclusão de Curso, Trabalho de Graduação Interdisciplinar, etc) é o documento representativo do resultado de um estudo, que expresse conhecimento sobre o assunto escolhido, que tem obrigatoriamente que desprender-se da disciplina ou curso em andamento, sob a coordenação de um orientador.

RELATÓRIO DE ESTÁGIO é o documento que apresenta o relato completo e objetivo do período de estágio cumprido pelo aluno em atendimento a exigência da Instituição de Ensino, contendo as experiências, os programas desenvolvidos e os objetivos propostos e alcançados, as observações técnicas e outras informações exigidas.


Para configurar todas as páginas:

1) vá em Editar/Selecionar tudo

2) entre em Arquivo/Configurar página/Margens, alterando como segue:

superior: 3/ esquerda: 3 ; inferior: 2 /direita: 2 ; medianiz: 0
cabeçalho: 1,25 /rodapé: 1,25;

aplicar: no documento inteiro;
margens espelho;

3) em Tamanho do papel alterar para: A4; retrato;aplicar: no documento inteiro;

4) em Layout alterar para: início de seção: contínua alinhamento vertical: superior aplicar: no documento inteiro

* O alinhamento da margem direita não é de caráter obrigatório, conforme aparece no último parágrafo do modelo (em cinza).
* Não se pode utilizar nenhum tipo de tapa-margem (alinhamento forçado do tipo barra,travessão, etc).
* Pode-se usar o alinhamento feito pelo computador (expansão automática da linha), desde que resulte visualmente aceitável (NBR 14724:2001).

Modelo


Para configurar o Título

1) coloque o cursor na frente da primeira palavra do título

2) entre em Formatar/Estilo

3) no campo escrito Lista, selecione: Estilos definidos pelo usuário

4) selecione: Novo

5) no campo escrito Nome, escreva: TÍTULO ABNT

6) no campo escrito Baseado em, selecione: Normal

7) no campo escrito Tipo de Estilo, selecione: Parágrafo

8) no campo escrito Estilos Para Parágrafo Seguinte, selecione: Normal

9) selecione:
Formatar/Fonte: Arial; negrito 12; Caixa Alta OK ;
Em Parágrafo, Recuos e Espaçamentos: alinhamento: centralizado
recuo esquerdo: 0; recuo direito: 0; especial: nenhum ; espaçamento antes: 168
espaçamento depois: 60; controle de linhas órfãs/viúvas

10)OK; Adicionar ao modelo; Atualizar automaticamente

11) OK

12) Aplicar

* O título na página que não recebe numeração (Sumário, Resumo, Introdução, Capítulo, Conclusão, Referências) deve estar a 8 cm da borda superior da página, com alinhamento centralizado.
Esses títulos devem estar separados do ponto onde começa o texto por três espaços duplos.
* Se a página for configurada com 2 centímetros na parte superior, então o ítem espaçamento antes deve estar marcado com o valor 144.
* O título que for numerado, também deve estar a 8 cm da borda superior, embora deva ficar
alinhado à esquerda. A separação do numeral quanto ao título deve ser de apenas um espaço
(conforme aparece demonstrado no exemplo acima - em cinza). Esses títulos devem estar
separados do ponto onde começa o texto por uma linha em branco.
* O tamanho da fonte utilizada no título deve ser o mesmo tamanho da fonte utilizada no corpo do texto.

Modelo


Para configurar o Subtítulo:

1) coloque o cursor na frente da primeira palavra do título;

2) entre em Formatar/Estilo;

3) no campo escrito Lista, selecione: Estilos definidos pelo usuário;

4) selecione: Novo;

5) no campo escrito Nome, escreva: SUBTÍTULO ABNT;

6) no campo escrito Baseado em, selecione: Normal;

7) no campo escrito Tipo de Estilo, selecione: Parágrafo;

8) no campo escrito Estilos Para Parágrafo Seguinte, selecione: TEXTO ABNT;

9) selecione: Formatar/Fonte: Arial negrito 12 OK
Em Parágrafo, Recuos e Espaçamentos: alinhamento: esquerdo
recuo esquerdo: 0 recuo direito: 0
especial: nenhum espaçamento antes: 12 espaçamento depois: 12
Adicionar ao modelo
Atualizar automaticamente ;

11) OK;

12) Aplicar;

Modelo


Para configurar o parágrafo:

1) coloque o cursor na frente da primeira palavra do parágrafo;

2) entre em Formatar/Estilo;

3) no campo escrito Lista, selecione: Estilos definidos pelo usuário;

4) selecione: Novo;

5) no campo escrito Nome, escreva: TEXTO ABNT;

6) no campo escrito Baseado em, selecione: Normal;

7) no campo escrito Tipo de Estilo, selecione: Parágrafo;

8) no campo escrito Estilos Para Parágrafo Seguinte, selecione: TEXTO ABNT;

9) selecione: Formatar/Fonte: Arial 12
OK
Em Parágrafo, Recuos e Espaçamentos: alinhamento: justificado
recuo esquerdo: 0 recuo direito: 0
especial: 1ª linha, por 0,7 espaçamento antes: 0 espaçamento depois: 0
entre linhas: duplo;

10) OK
Adicionar ao modelo
Atualizar automaticamente;

11) OK;

12) Aplicar;

* O espaço padrão entre as linhas do texto deve ser espaço duplo, enquanto que a separação dos parágrafos deve ser correspondente a uma linha em branco.

Modelo


Para configurar a citação:

1) coloque o cursor na frente da primeira palavra do parágrafo;

2) entre em Formatar/Estilo;

3) no campo escrito Lista, selecione: Estilos definidos pelo usuário;

4) selecione: Novo;

5) no campo escrito Nome, escreva: CITAÇÃO ABNT;

6) no campo escrito Baseado em, selecione: Normal;

7) no campo escrito Tipo de Estilo, selecione: Parágrafo;

8) no campo escrito Estilos Para Parágrafo Seguinte, selecione: Normal;

9) selecione: Formatar/Fonte: Arial 10 OK Em Parágrafo, Recuos e Espaçamentos: alinhamento: justificado recuo esquerdo: 4 cm
recuo direito: 0 especial: nenhum espaçamento antes: 12 espaçamento depois: 12
entre linhas: simples;

10) OK;
Adicionar ao modelo;
Atualizar automaticamente;

11) OK;

12) Aplicar;

* A indicação acima é para ser utilizada na formatação da citação direta longa - aquela com
tamanho maior do que três linhas.


Exemplo:

No entender de Freire:
Há uma relação entre a alegria necessária à atividade educativa e a esperança. A esperança de que professor e alunos juntos podemos aprender, ensinar, inquietar-nos, produzir e juntos igualmente resistir aos obstáculos à nossa alegria (1998, p. 80).
Ou:

... no entender do autor:
Há uma relação entre a alegria necessária à atividade educativa e a esperança. A esperança de que professor e alunos juntos podemos aprender, ensinar, inquietar-nos, produzir e juntos igualmente resistir aos obstáculos à nossa alegria (FREIRE, 1998, p. 80).



* A citação direta curta (ou breve) - aquela com tamanho de até três linhas deve estar entre aspas duplas, no corpo do texto, em itálico, respeitando o mesmo tamanho de fonte (arial 12). As aspas simples serão usadas quando se quiser fazer uma citação dentro da citação original.

Exemplo:
No entender de Freire (1998., p. 80): "Há uma relação entre a alegria necessária à atividade educativa e a esperança. A esperança de que professor e alunos juntos podemos aprender, ensinar, inquietar-nos, produzir e juntos igualmente resistir aos obstáculos à nossa alegria".

Ou:

... no entender do autor: "Há uma relação entre a alegria necessária à atividade educativa e a esperança. A esperança de que professor e alunos juntos podemos aprender, ensinar, inquietar-nos, produzir e juntos igualmente resistir aos obstáculos à nossa alegria" (FREIRE, 1998, p. 80).


* A citação indireta ou livre é aquela em que se expressa com nossos próprios termos o pensamento do autor citado. Deve-se indicar o nome do autor (em letras minúsculas, se aparecer dentro do próprio texto e em letras maiúsculas, se entre parênteses) e o ano da publicação da obra referida.

Modelo


Para configurar referências bibliográficas:

1) coloque o cursor na frente da primeira palavra da primeira bibliografia;

2) entre em Formatar/Estilo;

3) no campo escrito Lista, selecione: Estilos definidos pelo usuário;

4) selecione: Novo;

5) no campo escrito Nome, escreva: REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA ABNT;

6) no campo escrito Baseado em, selecione: Normal;

7) no campo escrito Tipo de Estilo, selecione: Parágrafo;

8) no campo escrito Estilos Para Parágrafo Seguinte, selecione: REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA; ABNT;

9) selecione: Formatar/Fonte: Arial 12 OK Em Parágrafo, Recuos e Espaçamentos: alinhamento: esquerdo recuo esquerdo: 0
recuo direito: 0 especial: nenhum espaçamento antes: 12 espaçamento depois: 12
entre linhas: simples ;

10) OK;
Adicionar ao modelo;
Atualizar automaticamente;

11) OK;

12) Aplicar;

Modelo



Para adicionar nota de rodapé/nota de fim:

1) coloque o cursor na frente da primeira palavra da primeira bibliografia;

2) entre em Inserir/Notas;

3) no campo escrito Inserir, selecione: Notas de rodapé/Opções ou Notas de fim;

4) no campo escrito Posicionar, selecione: No fim da página;

5) no campo escrito Formato do Número, selecione: 1, 2, 3...;

6) no campo escrito Iniciar em, selecione: 1;

7) no campo escrito Numeração, selecione: Reiniciar a cada seção;

8) Formate em fonte arial, normal, 10, seguindo formatação da página de texto;


Paginação

Todos os tipos de trabalho devem ter as suas páginas numeradas, obedecendo a uma seqüência cronológica, devendo o número indicador da página respectiva estar localizado no canto superior direito da folha, já desde a primeira página de texto (naquelas páginas onde não apareça nenhum título), a exatos 2 centímetros das respectivas bordas, escrito em algarismos arábicos.


Para adicionar a linha pontilhada ao sumário:

1) colocar o cursor no final da última letra da última palavra da linha;

2) entrar em Formatar/Tabulação;

3) no campo escrito Marca de Tabulação, escreva: 14,5;

4) no campo escrito Tabulação Padrão, selecione: 1,25;

5) no campo escrito Alinhamento, selecione: Direito;

6) no campo escrito Preenchimento, selecione: 2 (se quiser os pontos mais grossos, selecione: 3);

7) Ok;

8) deixar o cursor após a última letra da última palavra em cada linha do sumário e apertar a tecla TAB;



REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

1 FURASTÉ, Pedro Augusto. Normas Técnicas para o Trabalho Científico. Explicitação das Normas da ABNT. 11 ed. Porto Alegre : s.n., 2002.
2 THUMS, Jorge. Orientações para o Trabalho Acadêmico. Canoas : ULBRA, 1999.

VESTUÁRIO: Tipos e cores

Neste post indico cores para roupas e acessórios da vestimenta de acordo com a cor da pele, dos cabelos e dos olhos de quatro tipos físicos distintos. Esses tipos foram definidos com base em minhas próprias observações, e em vários autores que se preocuparam com a questão, principalmente no livro de Carole Jackson e Kalia Lulov, Color for Men, o mais completo e bem ilustrado que encontrei sobre o assunto (vide bibliografia ao final do post).

Uma advertência, é que poucas pessoas se enquadram perfeitamente em um dos tipos descritos, e o interessado deve procurar o que mais se aproxima da sua aparência.
Note-se que as cores serão indicadas não por “combinarem” com a cor da pele, ou a cor dos olhos, ou dos cabelos, mas sim pelo efeito que, - não se sabe bem porque -, exercem sobre a aparência do tipo. Por exemplo, algumas cores criam um contraste favorável que diminui a palidez da pele, outras dão reflexos que reduzem o amarelado ou o rosado das bochechas, ou o acinzentado da pele escura, disfarçam as sardas excessivas, etc.
A advertência principal, no entanto, é que meu objetivo é despertar no leitor uma preocupação crítica com respeito às cores que escolhe para o traje. Para treinar essa crítica ele poderá usar o espelho para ver se uma certa cor aumenta ou diminui sua presença, e observar se, usando uma cor determinada, é tratado com mais ou com menos simpatia pelos outros, ou se é notado de modo respeitoso ou passa despercebido. Esses sinais sutis são muito mais seguros e confiáveis, e uma tabela de combinações servirá apenas como começo, enquanto ele não firma suas próprias definições.

Chamo atenção também para os significados de “cor fria” e “cor pastel”. Não confundir cor fria com cor pastel. As cores pastel, - de acordo apenas com o uso dessa expressão na indústria de roupas, pois em pintura pastel é um método, e não uma cor -, são intermediárias e podem ser mal definidas, enquanto as cores frias são nítidas e claras, e transmitem um tom de sombra e frescor mesmo se são claras. O leitor pode conversar a respeito com um pintor de paisagens campestres e marinhas. É necessário também distinguir “cor fria” e “cor pastel” das cores fracas e pobres dos tecidos mal tingidos e baratos.
A – Tipo oliva:
Caracterizado por certa palidez; não tem uma cor viva, quente, na pele. O homem branco tipo Oliva não tem nenhum rosado, sua pele tende para amarelada ou azeitonada, e a do negro tende para uma aparência acinzentada. Essa aparência descorada é intensificada por efeito dos cabelos pretos na maturidade e cinza na velhice, e por efeito dos olhos com a íris muito escura, em contraste visível com o branco do olho (córnea).

Cores:
Cores que contrastam com o descorado da pele devem ser preferidas. É aconselhado que use cores frias porque estas avivam, por contraste, o calor na cor da sua pele, reduzindo a aparência descorada do rosto.
Para brancos e pretos, a cor preta e as cores em tons escuros dão um contraste capaz de avivar as cores do rosto. O cinza, o preto e o azul marinho podem cair muito bem. O azul vai bem quando profundo ou bastante vivo, e variedades de azul como azul gelo ou turquesa; o cinza azulado vai bem quando os cabelos embranquecem mas o azul marinho acinzentado deve ser evitado.
Na linha do rosa, um rosa quente, ou mesmo o rosa choque. Mas, como este chama muito a atenção, é preferível o fúcsia e o magenta, variando ao rosa gelo. Juntamente com o vermelho emprestam colorido ao rosto moreno pálido. As cores pastel não favorecem o contraste e reforçam o descorado da pele, por isso devem ser evitadas.
Evitar:
O tipo oliva deve, também, evitar cores cujo reflexo aumentará o tom amarelado de sua pele e consequentemente ressaltará sua aparência descorada: Evitar qualquer cor com subtom dourado como laranja, ferrugem, bronze, marrom, cáqui, pêssego, ouro, vermelho alaranjado. O amarelo não pode tender para ouro; se não quiser dispensar essa cor, deve preferir o amarelo limão e o amarelo gelo. Se quiser usar o branco, escolha o branco puro; o branco puro e vivo dá um reflexo cálido e vai bem, mas o mesmo não acontece com o branco marfim, que deve ser evitado.
Evitar também o verde amarelado; mas em alguns o verde claro, pinho ou tom gelo, e também o verde esmeralda podem surpreender favoravelmente. O bege só vai bem se for muito claro e suave, puxado para cinza; mas é preferível que seja evitado.
B - Tipo rosado:
Tem certa transparência na pele, o que implica em um subtom rosado. Essa transparência, nos pretos, traz um tom acinzentado com certo brilho, e a pele é bastante clara. Mulatos têm um tom marrom rosado. Os olhos do tipo Rosado são em geral medianamente escuros. A íris castanha ou marrom rosada apresenta-se também azul-acinzentada ou esverdeada, e pode, curiosamente, mudar sua cor por reflexo da cor da roupa que o tipo claro usa. O branco do olho do tipo Rosado tem tonalidade creme em contraste suave com a íris (ao contrário do tipo descorado, cujos olhos tem forte contraste). Os cabelos são louros e lisos na infância, mas escurecem e ficam anelados na idade adulta; tornam-se predominantemente louro escuro a queimado, e ao encanecer ficam branco pérola.

Cores.
As cores não devem ser mais poderosas que sua cor rosada, por isso deve procurar cores suaves e pastel. Vão bem o branco suave, o bege bem claro, o cinza azulado, o verde azulado, o verde acinzentado escuro, o marrom com tom rosa, o azul acinzentado, o azul marinho claro, o azul com violeta, orquídea, lavanda, malva e o amarelo limão claro.
Evitar:
O preto e o cinza devem ser evitados, e também cores com tons amarelos, como o laranja e o ouro, e amarelos com tom dourado, cujos reflexos reduziriam o rosado da face.
C - Tipo dourado.
O tom geral na aparência desse tipo vai do pêssego ao marrom dourado, passando pelo acobreado. Os cabelos com freqüência são ruivos e é comum a pele ser marcada por sardas. São propensos a sofrer queimaduras ao sol. Os olhos são marrom escuro, marrom dourado, âmbar, castanho e também verde oliva, e azul de aço. Os cabelos vão da cor de mel ou louro dourado, ao queimado ou marrom escuro, passando pelo avermelhado ou ruivo.

Cores.
Vão melhor no tipo Dourado as cores frias, mais que as cores quentes. No entanto, não tem uma aparência que precise ser corrigida, dispensando contrastes e reflexos. Pode usar todas as cores pastel. São aceitáveis e por vezes vão muito bem o branco de ostra, os beges quentes com tom dourado, o marrom autêntico. O azul marinho, que vai bem praticamente com todos os tipos, também é bom, e também os azuis claros, azul com tom violeta, o turquesa, a cor laranja, ferrugem, pêssego, rosa salmão, vermelhos alaranjados, ouro, e amarelo ouro. O tom dourado deve ser presente em todas as cores.
Evitar:
Contrastes e reflexos podem trabalhar negativamente. Por isso deve evitar a cor preta, a cor cinza, o branco puro, o púrpura e o marrom avermelhado, rosas, vinho escuro e cores com subtom azul...
D - Tipo louro.
Difere do tipo dourado na cor dos cabelos e na cor dos olhos; a cor da pele é parecida, porém com tons de mel e brilhante, enquanto que o tipo dourado tem tons de bronzeado a ferrugem. Pele cor branco marfim creme, marfim com pêssego claro a rosado, bege dourado, marrom dourado. Tem sardas bronze e douradas, e bochechas rosadas (ruborizam facilmente). Os olhos do tipo louro são, na maioria, azuis, verdes, azul esverdeado escuro ou aqua, às vezes tão claros que parecem vidro, frequentemente com manchinhas douradas na íris. Alguns podem ter olhos de azul profundo que à distancia parecem ser cinza aço ou azul aço. Os cabelos são louro cor de palha, louro amarelo, louro cor de mel. O tipo que apresenta sardas em geral tem o cabelo louro morango ou ruivo. Pode aproximar se do tipo dourado quando os cabelos tendem para ruivo, marrom dourado, ou queimado, mas a pele não é bronze nem marrom dourada.
Cores:
Os louros necessitam cores com subtons amarelos, quentes e vivas, de medianamente escuras para claras: branco marfim, bege quente claro, beges creme, cinzas quentes claros a médios; marrons dourados médios, bronzeados dourados, azul marinho claro leve, azul marinho brilhante claro, azuis claros, turquesa esmeralda, aquas claras leves a brilhantes; verdes amarelados claros pastel a brilhantes; laranjas claros, salmão, coral brilhante, ferrugem claro, rosa pastel quente, rosa coral, rosa quente brilhante claro, Salmão claro, vermelho alaranjado, vermelho claro brilhante, amarelo dourado brilhante.

Evitar:
Deve evitar o preto, o marrom avermelhado (borgonhês), o vermelho escuro, e o púrpura, porque são muito fortes para sua cor de pele. Deve evitar cores com tom cinza mas pode usar um cinza claro, evitando o cinza médio e o escuro.


BIBLIOGRAFIA:
Barros, Fernando de – Elegância – como o homem deve se vestir. Negócio Editora Ltda. São Paulo, 1997; 162 p.
Jackson, Carole e Lulov, Kalia - Color for Men. Ballantine Books-Random House, Inc, New York, 1987
Weber, Mark – Dress Casually for Success…For men. McGraw-Hill, New York, 1996; 225 p.

Rubem Queiroz Cobra

VESTUÁRIO: Ambiente de Trabalho

A adequação do traje de trabalho tem a ver com a atividade, com o local e o horário em que será usado. Se não for um uniforme obrigatório, segue o que se recomenda para o traje em geral: considerar a idade e o físico da pessoa, combinar com a cor dos seus cabelos e da sua pele.
Mas neste caso a roupa de trabalho, sofre ainda mais alguns controles: deve guardar uma certa harmonia de nível entre os empregados no sentido de que algum deles não exceda em luxo aos colegas, e sobretudo ao chefe. Porém, não há medidas para o bom gosto. Este não depende de luxo nem precisa respeitar hierarquias.
No trabalho, é considerado inadequado para a mulher roupas que são coladas ao corpo, curtas e sem mangas, com decotes grandes ou em tecidos transparentes ou brilhantes; a blusa deve ser opaca o bastante para esconder as costuras e alças do sutiã.
Tecidos grossos demais, certos conjuntos de jeans, veludos, roupa de couro, parecem diminuir o dinamismo e facilitar uma aparência de ineficiência. São mais próprias roupas fartas, dentro do seu figurino, evitando cores baratas (preto, marrom, ou coloridos ralos, de pouca tinta), como também estamparia de desenho muito graúdo (grandes retângulos, grandes círculos, grandes folhas, etc.).
Salvo quando a natureza do trabalho recomendar o contrário, é mais conservador e clássico o uso de saias, em vez de calças compridas. Melhor seguir a moda depois que esta estiver bem assente, ou bem aceita. Os caprichos da última moda sempre parecem, inicialmente, extravagância e mau gosto; por isso não é uma boa idéia para a mulher, ser muito vanguardeira em seus trajes de trabalho.

As meias compridas são um acessório importante para a elegância, desde que não sejam espessas e chamem atenção como se fossem meias ortopédicas.
Quanto a jóias e bijuterias, no trabalho é conveniente usar o mínimo em tamanho e quantidade. Brincos discretos e pequenos, cintos não muito largos, principalmente se forem de couro cru ou cadeia de metais. Certa vez fui atendido em uma livraria nos Estados Unidos pela própria dona da loja. Usava em uma das mãos um anel com uma grande pedra, e na outra um chuveiro com cinco brilhantes de meio quilate cada um. Elogiei a beleza da ametista, mas ela respondeu secamente: é um rubi. Abstive-me de comentários sobre os brilhantes, mas pensei no quanto ela parecia ter vindo de uma grande noitada diretamente para sua livraria.

Os sapatos nunca são de plataforma alta, ou de salto muito alto; melhor que sejam delicados e de salto médio, e estejam sempre limpos, assim como a bolsa. Se a mulher tem que caminhar muito entre o local onde estaciona seu carro ou desembarca do transporte coletivo, e o local do trabalho, não precisa estragar pelas calçadas os sapatos de sua toilete. Pode utilizar um calçado robusto, adequado para a caminhada, que não prejudique muito a sua elegância, e levar em uma pequena sacola aquele que usará no trabalho. Porém, usar para esse trajeto um tenis e meias brancas e curtas – como vi em Nova Yorque –, é um contraste muito desagradável de se ver.
Roupa, sapatos e bolsa de cor branca devem ser evitados nos meses frios ou nos dias chuvosos.
Para o homem valem recomendações bem parecidas.
O uso de paletó e gravata é praticamente obrigatório como paramento da autoridade, tanto pública como privada. O modo de vestir-se de uma autoridade é sempre conservador. Os ternos são em cores escuras, listados ou não, a camisa branca, raramente azul claro, com punhos simples ou duplos, sapatos clássicos, de laço ou de fivelas, meias escuras e gravatas conservadoras. Tanto no governo quanto em empresas privadas os funcionários do alto escalão de chefia, podem usar blazer, mantendo a gravata. Em qualquer dos casos, a camisa a ser usada com o paletó é sempre de mangas compridas. O punho deve ultrapassar a ponta da manga do paletó cerca de 1 a 1,5 cm, ficando cobertas as abotoaduras ou o botão do punho da camisa. Esta, ao nível das assessorias, pode variar a cor, mantendo-se o bom gosto da combinação; os sapatos podem ser mocassins com borlas.

Fora do escalão das autoridades, públicas ou privadas, e das suas assessorias, os homens comumente usam, no máximo, paletó esporte de cor e padrão discretos, com gravata. As camisas coloridas, com colarinho e punhos brancos, são um tanto pretensiosas e por isso o seu uso resvala para os limites do mau gosto.

Jalecos usados em consultórios, hospitais, laboratórios e oficinas não interferem na vestimenta, exceto por dispensarem o paletó ou o blazer. Os homens usam o jaleco sobre a camisa com gravata, as mulheres usam diretamente sobre o vestido ou a blusa. Ao sair do ambiente de trabalho, o jaleco ou o guarda-pó deve ser despido, porque não é parte do traje social e sua função é restrita ao local da atividade.

Os suspensórios são pouco usados atualmente, e as calças vêm com alças para os cintos. Se o homem prefere manter as calças em posição com o uso de suspensórios, deve usar um cinto folgado para ocupar as alças, ou então mandar removê-las, ou encomendar calças a um alfaiate, sem esse detalhe.

Os jeans nunca deixam de trair suas origens; ficam melhor para o trabalho no campo, no quintal, ou no jardim e nas oficinas. Sequer para o trabalho em um atelier de arte, um estúdio de fotografia, balcão de loja, ficam lá muito bem.

Não se usam meias claras ou brancas com sapatos escuros. As meias nunca devem ser de cano curto, pois deixam parte das pernas à vista quando o homem se senta. Sapatos engraxados – não se deve dar chance a que alguém de saber de onde o outro vem, pelo barro nos seus sapatos –, roupas limpas e passadas, sem manchas, rasgos ou falta de botões, é um mandamento básico.
Rubem Queiroz Cobra