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MEDITAÇÃO DIÁRIA

domingo, 25 de novembro de 2007

Biomecânica - Resumo

ESTABILIDADE E EQUILÍBRIO

Quando um objeto está equilibrado, todas as forças que atuam sobre ele são iguais e ele está em um estado de equilíbrio.

Centro de Gravidade (CG)

É o ponto de equilíbrio de um objeto no qual o peso em todos os lados é igual. Também é o ponto no qual os planos do corpo se cruzam. ponto no qual a soma dos torques produzidos pelos pesos dos segmentos corporais é igual a zero. É o ponto de equilíbrio

Base de apoio (BA)

É aquela parte do corpo que está em contato com a base de sustentação.

TIPOS DE EQUILÍBRIO

Equilíbrio estável ocorre quando um objeto está em uma posição que para movê-lo seria necessário elevar seu CG.

Equilíbrio instável ocorre quando apenas uma força leve é necessária para mover um objeto.

Existe equilíbrio neutro quan­do o CG de um objeto não é elevado nem abaixado quando é movido.

Relação entre equilíbrio, estabilidade e movimento.

  • Quanto mais baixo o CG, mais estável o objeto.
  • CG e a LG precisam permanecer dentro da BA para que um objeto permaneça estável.
  • A estabilidade aumenta à medida que a BA é amplia­da na direção da força.
  • Quanto maior a massa de um objeto, maior a estabili­dade.
  • Quanto maior o atrito entre a face de sustentação e a BA, mais estável o corpo será.
  • As pessoas têm um equilíbrio melhor enquanto se movimentam se estiverem focalizadas em um objeto estacionário em vez de em um objeto móvel.

ESTABILIDADE E EQUILÍBRIO

Estabilidade: É definida mecanicamente como a resistência a aceleração tanto linear quanto angular ou a resistência a romper o equilíbrio.

Equilíbrio: capacidade de controlar a estabilidade.

Fatores que afetam a estabilidade:

massa corporal – Maior massa, maior o grau de estabilidade

Atrito – Maior atrito, maior grau de estabilidade

localização horizontal do CG – Quanto mais distante dos limites da base de suporte, maior grau de estabilidade

Tamanho da base de sustentação – Maior base, maior grau de estabilidade

Altura do CG Maior altura, menor grau de estabilidade

TIPOS DE EQUILÍBRIO

1. EQUILÍBRIO ESTÁVEL : Se o CG de um corpo é levemente movimentado e o corpo tende a retornar a sua posição original

2. EQUILÍBRIO INSTÁVEL : se o CG não tende retomar à posição anterior, mas procura uma nova posição, o corpo pode cair

3. EQUILÍBRIO NEUTRO : quando o CG é deslocado ele permanece no mesmo nível, isto é, nem cai nem retorna à posição anterior

ESTABILIDADE E EQUILÍBRIO

A sensação de equilíbrio é essencial para a coordenação das respostas motoras, movimentos dos olhos e ajustes posturais. A perturbação do sentido do equilíbrio provoca vertigem, náuseas, reações desordenadas de equilíbrio e sinais autonômicos como palidez, sudorese, vômito, hipotensão, e logo nos tornamos conscientes dessas sensações.

O mecanismo de equilíbrio está baseado em uma cooperação intrínseca entre o sistema vestibular; informações proprioceptivas e táteis; visão e integração sensorial dentro do SNC; percepção visual e espacial; tônus muscular efetivo que se adapte rapidamente a alterações; força muscular e flexibilidade articular.

MANUTENÇÃO DO EQUILÍBRIO

1. Sistema vestibular: sustenta a cabeça em uma posição vertical

  • Reflexos cervicais : mantêm a cabeça alinhada com o corpo;
  • Reflexos vestibulares e cervicais também atuam sobre os músculos dos membros para amortecer quedas e estabilizar o corpo em relação à superfície de apoio;
  • Reflexo vestíbulo-oculomotor : ajuda a manter o campo visual no plano horizontal.

2. Formação reticular da ponte e bulbo : a formação reticular é um agregado central de núcleos difusamente organizados. Dois grupos desses núcleos, na ponte e no bulbo, estão envolvidos no controle da postura. Esses núcleos projetam-se através do tracto reticuloespinhal medial e lateral para todos os níveis da medula espinhal.

As conecções da formação reticular permitem a coordenação da postura e movimento pela integração de informações sensoriais vestibulares e de outras fontes com comandos do córtex cerebral.

3. Cerebelo

4. Visão

5. Propriocepção

6. Receptores cutâneos

A seguir veremos alguns dos principais desvios posturais, que possivelmente iremos encontrar em nossos avaliados.

Vista Anterior:
Escoliose - é um desvio lateral da coluna vertebral que pode ser classificada em:
Escoliose Simples - quando apresenta uma única curvatura em uma das regiões da coluna vertebral, e pode ser:

1. Escoliose Torácica destro convexa
2. Escoliose Torácica sinistro convexa
3. Escoliose Lombar destro convexa
4. Escoliose Lombar sinistro convexa

Escoliose Total - quando apresenta uma única curvatura em mais de uma região da coluna vertebral, e pode ser:
1. Escoliose Total destro convexa
2. Escoliose Total sinistro convexa

Escoliose Dupla - quando apresenta duas curvaturas opostas em regiões diferentes da coluna vertebral, e pode ser:
1. Escoliose Torácica destro convexa Lombar sinistro convexa
2. Escoliose Torácica sinistro convexa Lombar destro convexa

Escoliose Tripla - quando apresenta três curvaturas, sendo uma em cada região da coluna vertebral, e pode ser:
1. Escoliose Cervical destro convexo Torácica sinistra convexa - Lombar destro convexo.
2. Escoliose Cervical sinistro convexa Torácica destro convexa Lombar sinistro convexa.

Geno Varo - é um afastamento dos joelhos em relação ao plano sagital.
Geno Valgo - é uma aproximação dos joelhos em relação ao plano sagital.
Pé Abduto - é a projeção dos pés para fora em relação ao plano sagital.
Pé Aduto - é a projeção dos pés para dentro em relação ao ao plano sagital.
Pé Plano - é a diminuição ou perda total do arco plantar.
Pé Cavo - é o aumento da curvatura do arco plantar.

Vista Lateral:


Hiperlordose Cervical - é a acentuação da curvatura da coluna cervical.
Hipercifose Torácica - é a acentuação da curvatura da coluna dorsal.
Hiperlordose Lombar - é a acentuação da curvatura da coluna lombar.
Costa Plana - é a diminuição ou inversão de uma ou mais curvaturas da coluna vertebral.
Geno Recurvato - é uma hiperextensão dos joelhos, projetando-os para trás em relação ao plano coronal.
Geno Flexo - é a projeção dos joelhos para frente em relação ao plano coronal.
Pé Eqüino - estando o indivíduo em posição ortostática os calcanhares não tocam o solo.
Pé Calcâneo - estando o indivíduo em posição ortostática a porção anterior dos pés não toca o solo.

Vista Posterior:

Pé Varo - é a projeção do tendão calcâneo para fora da linha média do corpo.
Pé Valgo - é a projeção do tendão calcâneo para dentro da linha média do corpo.

Na impossibilidade de dispor de um simetrógrafo, é possível realizar a avaliação apenas com observação do avaliado nas diferentes posições descritas, postando-se o avaliador a mais ou menos 3 metros do avaliado; esta não é a forma ideal, mas pode dar uma boa noção dos desvios mais evidentes.

Análise da Marcha
A fase de apoio no solo começa, com o contato inicial do pé (calcanhar-solo, porém em algumas condições patológicas outras partes do pé podem tocar o chão antes do calcanhar) e termina quando o pé (normalmente a cabeça dos metatarsos e os artelhos ) deixa o solo (denominada impulsão).

A fase de oscilação inicia-se com a impulsão e termina no calcanhar-solo. Nas velocidades comuns da marcha, a fase de apoio ocupa 60% de um único ciclo da marcha e 40% a fase de oscilação. Na caminhada , pode-se considerar um tempo de 1 a 2 seg para um ciclo típico, mas na corrida não se considera uma fase de apoio dos dois pés no chão.

Analisando a atividade muscular, descobriu-se que durante a marcha os músculos utilizados realizam contrações excêntricas e resistem a uma força de estiramento (gravidade,momento). Este esquema foi considerado mais econômico do ponto de vista de gasto energético que a corrida.

  • Músculos ativados: dorsoflexores de tornozelo, gastrocnêmio e sóleo, quadríceps, Ísquio-tibiais , Glúteo máximo, flexores de quadril (observado: grácil, porção do adutor mágno, adutor longo, mas não ativa o reto femoral ) e ílio psoas (pouca atividade, mais para a fase de impulsão);
  • abdutores (após o contato do calcanhar);
  • adutores (início e fim da fase de apoio); eretores da espinha (quando toca o solo do mesmo lado da perna); reto abdominal; músculos dos pés (em geral e mais ativos em pessoas de pés chatos); deltóides posterior e médio, subescapular, grande dorsal , redondo maior (aumentavam sua ação de acordo com a velocidade da marcha).

A MARCHA:

A terminologia marcha é descrita como referência às atividades de um membro. A maior unidade empregada à marcha é chamada de ciclo da marcha. No ato normal de caminhar, um ciclo de marcha começa quando o calcanhar do membro de referência contacta a superfície de sustentação, e este ciclo termina quando o calcanhar do mesmo membro contacta novamente o solo.

O ciclo da marcha divide-se em duas fases: a primeira de apoio e balanço e a segunda de dupla sustentação. Na marcha normal a fase de apoio constitui 60% do ciclo da marcha e é definida como o intervalo em que o pé do membro de referência está em apoio com o solo; a fase de balanço constitui 40% do ciclo da marcha, e é onde o membro de referência não contacta o solo. A dupla sustentação refere-se aos dois intervalos num ciclo da marcha em que o peso corporal está sendo transferido de um pé para o outro, e ambos os pés estão em contato com o solo, ao mesmo tempo.

IV - DETERMINANTES DA MARCHA:

Durante um ciclo completo, o centro de gravidade é deslocado duas vezes em seu eixo vertical. O pico se dá durante o meio da postura na fase estática quando a perna sustentadora de peso está vertical e seu ponto mais baixo quando as duas pernas estão sustentando peso com posição de apoiar o calcanhar e a outra em ponta de dedos.

IV.1 - Rotação e inclinação pélvica:

A rotação pélvica visa diminuir a ondulação vertical, na qual a pelve oscila sobre um eixo da coluna lombar. O grau de compensação da pelve durante o passo também diminui o ângulo entre a pelve e a coxa e a perna e o solo. Por outro lado, a inclinação pélvica é uma queda da pelve do lado do balanceio. A perna de apoio está aduzida e a perna em movimento levemente aduzida, e fletida no quadril e joelho para se erguer do solo.

IV.2 - Flexão do joelho na fase de apoio:

O joelho durante a fase de apoio está completamente estendido quando o calcanhar toca o solo, o que inicia a fase de apoio para a perna Quando o corpo se desloca sobre o seu centro de gravidade o joelho flete, o corpo passa sobre o pé e o joelho gradualmente reestende até a extensão total no fim da fase de apoio.

O movimento conjugado entre o joelho e o tornozelo relaciona-se com a ondulação da pelve. No apoio do calcanhar, o tornozelo promove 90º de dorsiflexão e gradualmente flete em sentido plantar para se aplanar no solo quando o corpo se aproxima do centro de gravidade.

V - A ATIVIDADE MUSCULAR NA MARCHA:

Os músculos acionadores, estabilizadores e desaceleradores possuem um papel de grande importância para a realização da marcha.

Os músculos eretores da espinha elevam a pelve e os glúteos estabilizam o quadril, durante o desvio lateral da pelve. Os flexores do quadril iniciam a fase de movimento ocasionando um pêndulo nos músculos da coxa e perna.

O quadríceps exerce uma grande atividade muscular durante a marcha, assim como os abdominais, isquios-tibiais, gastrocnêmios, solear, psoas, piramidal, quadrado lombar.

Podemos observar que todos os músculos, até de cadeias musculares mais distantes, são solidários para a realização da marcha, e mais, que o estado psicossocial do indivíduo altera a marcha.

A biomecânica é bem ampla, temos a cinemática que se preocupa com o movimento , o que chamamos de CINESIOLOGIA. Tem a dinâmica que é a biomecânica propriamente dita, que se preocupa com as forças atuantes sobre o corpo.

Ergonomia:
ERGO =
que significa trabalho NOMOS = que significa regras

"Estudo entre o homem e o seu trabalho, equipamentos e meio ambiente"

Distâncias entre aparelhos; Padrões (medições que seguem o padrão) para a prática de exercícios e na vida diária do individuo;

Músculos formas de fortalecimento:

Gluteo máximo – o que causa o encurtamento dele:

uma deformidade em extensão por rotação lateral do quadril levando a retroversão da pelve.

Logo, para fortalecer o glúteo máximo devemos fazer aquilo que o encurtamento dele produz: extensão e rotação lateral, essa é a melhor forma de trabalhar esse músculo.

Psoas maior e ilíaco – é flexor de coxa, seu encurtamento vai puxar as vértebra 2ª até L5 para baixo diminuindo o espaço dos discos intervertebrais. Estimular muito o psoas maior e o ilíAco, pode comprimir os músculos intervertebrais, aumentando a lordose e trazendo a pelve para frente.

O psoas faz tanto um movimento na região lombar quanto na região do quadril, se ele agir só na lombar faz uma lordose e se agir no quadril, uma flexão. Mas se ele for tensionado a um ponto a produzir flexão com a lordose ele pode criar uma retificação na lombar sem que haja perda da lordose, as costas vão para traz, o bumbum retifica. Quando se tem uma lordose com uma cifose mais acentuada por ação do psoas então temos a ANTEROPULSÃO PÉLVICA.

PERÍODO DE EQUILÍBRIO - PROPULSÃO

FASE

CARACTERÍSTICAS

MÚSCULOS

C. Inicial

  • Apoio com o calcanhar;
  • Pé na posição neutra;
  • Tíbia atrás do eixo vertical;
  • Pé em supinação;
  • Pivoteamento e amortecimento no tornozelo;
  • Joelho quase estendido;
  • Tíbia faz rotação medial (adução);
  • CG está mais alto;
  • Quadril flexionado;
  • Glúteo máximo;
  • Glúteo médio;
  • Vasto medial;
  • Vasto lateral;
  • Semitendinoso;
  • Bíceps femoral;
  • Tibial anterior;
  • Sóleo;
  • Gastrocnêmios;

R. Carga

  • O pé desce suavemente graças a uma flexão plantar (ação excêntrica da musculatura extensora plantar ou dorsiflexora);
  • Pé totalmente apoiado no chão;
  • Pé na posição neutra;
  • Pé continua em supinação;
  • Tíbia se aproxima do eixo vertical;
  • Início do rolamento da tíbia;
  • Equilíbrio – propulsão;
  • Joelho está flexionado;
  • Tíbia continua em rotação medial;
  • Quadril continua flexionado;
  • O CG é jogado para fora da BS porque o quadril está deslocado para o lado externo, mas o CG é trazido para dentro novamente pela musculatura adutora tensionada;
  • Glúteo médio;
  • Vasto medial;
  • Vasto lateral;
  • Semitendinoso;
  • Sóleo;
  • Gastrocnêmios;
  • Fibulares;

Médio Apoio

  • Pé continua totalmente apoiado no chão e neutro;
  • Do MA inicial ao MA final ocorre o rolamento da tíbia;
  • O eixo da tíbia passa pelo eixo vertical;
  • O pé faz uma pronação;
  • Joelho está no máximo de flexão;
  • Tíbia continua em rotação medial;
  • Quadril em posição neutra;
  • CG mais baixo, graças a flexão máxima do joelho;

  • Adutores
  • Gastrocnêmios;
  • Fibulares;

Apoio Term.

  • Apoio feito no antepé;
  • Calcanhar se eleva;
  • Eixo da tíbia está na frente do eixo vertical;
  • Pé continua pronado;
  • Ocorre o amortecimento eo pivoteamento sobre o 1º metatarso;
  • Joelho estendendo;
  • Tíbia continua em rotação medial;
  • Quadril está em extensão;
  • Adutores
  • Gastrocnêmios;
  • Fibulares;

Pré Bal.

  • Apoio sobre o hálux;
  • Está na eminência da perda de contato;
  • Pivoteamento sobre o 5º metatarso;
  • O eixo da tíbia já passou do eixo vertical;
  • Início de uma nova supinação;
  • Joelho estendido;
  • Tíbia faz rotação lateral (abdução);
  • Quadril está indo de uma extensão para uma flexão;
  • Adutores
  • Sartório;
  • Tibial Anterior;
  • Sóleo
  • Fibulares;

PERÍODO DE OSCILAÇÃO

Bal.

Inicial

  • A perna se aproxima do eixo do pé;
  • Início da extensão plantar (dorsiflexão) até o pé ficar na posição neutra, que permanece até o final desse período;
  • Artelhos levantados;
  • Joelho flexionando;
  • Não existe eixo vertical pois o pé ñ está mais apoiado no chão.
  • Quadril está em flexão;
  • Psoas;
  • Ilíaco;
  • Sartório;
  • Tibial Anterior;
  • Reto femoral;

Médio Bal.

  • Pé continua neutro;
  • Joelho no máximo de flexão;
  • Quadril flexionado;

  • Adutores
  • Tibial Anterior;
  • Bíceps femoral

Bal. Term.l

  • Pé neutro;
  • Joelho estendendo;
  • Preparo para o contato inicial;
  • Quadril em flexão;
  • Adutores
  • Glúteo máximo;
  • Glúteo médio;
  • Tibial Anterior;
  • Vasto medial;
  • Vasto lateral;
  • Semitendinoso;
  • Bíceps Femoral;

Psoas Maior

Inserção Superior: Processo transverso das vértebras lombares, corpos e discos intervertebrais das últimas torácicas e todas lombares

Inserção Inferior: Trocânter menor

Ação: Flexão da coxa, flexão da coluna lombar (30° - 90°) e inclinação homolateral

Ilíaco

Inserção Superior: 2/3 superiores da fossa ilíaca, crista ilíaca e asa do sacro

Inserção Inferior: Trocânter menor

Ação: Flexão de quadril, anteroversão da pelve e flexão da coluna lombar (30° - 90°)

Tibial Anterior


Inserção Proximal: Côndilo lateral da tíbia e ½ proximal da face lateral da tíbia e membrana interóssea

Inserção Distal: Cuneiforme medial e base do 1º metatarsal

Inervação: Nervo Fibular Profundo (L4 - S1)

Ação: Flexão dorsal e inversão do pé

Fibular Terceiro

Inserção Proximal: 1/3 distal da face anterior da fíbula

Inserção Distal: Base do 5º metatarsal

Inervação: Nervo Fibular Profundo (L5 - S1)

Ação: Eversão do pé

Fibular Longo


Inserção Proximal: Cabeça, 2/3 proximais da superfície lateral da fíbula e côndilo lateral da tíbia

Inserção Distal: 1º metatarsal e cuneiforme medial

Inervação: Nervo Fibular Superficial (L4 - S1)

Ação: Flexão plantar e eversão do pé

Fibular Curto

Inserção Proximal: 2/3 distais da face lateral da fíbula

Inserção Distal: Base do 5º metatarsal

Inervação: Nervo Fibular Superficial (L4 - S1)

Ação: Flexão plantar e eversão do pé

Gastrocnêmio Medial

Inserção Proximal: Côndilo medial do fêmur

Inserção Distal: Calcâneo

Inervação: Nervo Tibial (S1 - S2)

Ação: Flexão do joelho e flexão plantar do tornozelo

Gastrocnemio Lateral

Inserção Proximal: Côndilo lateral do fêmur

Inserção Distal: Calcâneo

Inervação: Nervo Tibial (S1 - S2)

Ação: Flexão do joelho e flexão plantar do tornozelo

Solear

Inserção Proximal: 1/3 intermédio da face medial da tíbia e cabeça da fíbula

Inserção Distal: Calcâneo (tendão dos gastrocnêmios)

Inervação: Nervo Tibial ( L5 - S1)

Ação: Flexão plantar do tornozelo

Tensor Da Fáscia Lata

Inserção Proximal: Crista ilíaca e EIAS

Inserção Distal: Trato íleo-tibial

Inervação: Nervo do Glúteo Superior (L4 - S1)

Ação: Flexão, abdução e rotação medial do quadril e rotação lateral do joelho

Sartório

Inserção Proximal: Espinha ilíaca ântero-superior

Inserção Distal: Superfície medial da tuberosidade da tíbia (pata de ganso)

Inervação: Nervo Femoral (L2 - L3)

Ação: Flexão, abdução e rotação lateral da coxa e flexão e rotação medial do joelho

Quadríceps

Inserção Proximal:

Reto Anterior: Espinha ilíaca ântero-inferior

Vasto Lateral: Trocânter maior, linha áspera, linha intertrocantérica e tuberosidade glútea

Vasto Medial: Linha áspera e linha intertrocantérica

Vasto Intermédio: 2/3 proximais da face anterior e lateral do fêmur e ½ distal da linha áspera

Inserção Distal: Patela e, através do ligamento patelar, na tuberosidade anterior da tíbia

Inervação: Nervo Femoral (L2 - L4)

Ação: Extensão do joelho e o reto femoral realiza flexão do quadril. O vasto medial realiza rotação medial e o vasto lateral, rotação lateral

Bíceps Femoral

Inserção Proximal:

Cabeça Longa: Tuberosidade isquiática e ligamento sacro-tuberoso

Cabeça Curta: Lábio lateral da linha áspera

Inserção Distal: Cabeça da fíbula e côndilo lateral da tíbia

Inervação: Nervo Isquiático (L5 - S2), exceto L5 para a cabeça longa

Ação: Extensão do quadril, flexão do joelho e rotação lateral da coxa

Semitendíneo

Inserção Proximal: Tuberosidade isquiática

Inserção Distal: Superfície medial da tuberosidade da tíbia (pata de ganso)

Inervação: Nervo Isquiático (L5 – S2)

Ação: Extensão do quadril, flexão e rotação medial do joelho

Semimembranáceo

Inserção Proximal: Tuberosidade isquiática

Inserção Distal: Côndilo medial da tíbia

Inervação: Nervo Isquiático (L5 – S2)

Ação: Extensão do quadril, flexão e rotação medial do joelho

ADUTORES

Grácil

Inserção Proximal: Sínfise púbica e ramo inferior do púbis

Inserção Distal: Superfície medial da tuberosidade da tíbia (pata de ganso)

Inervação: Nervo Obturatório (L2 – L3)

Ação: Adução da coxa, flexão e rotação medial do joelho

Pectíneo

Inserção Proximal: Eminência ílo-pectínea, tubérculo púbico e ramo superior do púbis

Inserção Distal: Linha pectínea do fêmur

Inervação: Nervo Femoral (L2 - L4)

Ação: Flexão do quadril e adução da coxa

Adutor Longo

Inserção Proximal: Superfície anterior do púbis e sínfise púbica

Inserção Distal: Linha áspera

Inervação: Nervo Obturatório (L2 - L4)

Ação: Adução da coxa

Adutor Curto

Inserção Proximal: Ramo inferior do púbis

Inserção Distal: Linha áspera

Inervação: Nervo Obturatório (L2 - L4)

Ação: Adução da coxa

Adutor Magno

Inserção Proximal: Tuberosidade isquiática, ramo do púbis e do ísquio

Inserção Distal: Linha áspera e tubérculo adutório

Inervação: Nervo Obturatório (L2 - L4) e Nervo Isquiático (L4 à S1)

Ação: Adução da coxa


MÚSCULOS DO QUADRIL

Glúteo Máximo

Inserção Medial: Linha glútea posterior do íleo, sacro, cóccix e ligamento sacrotuberoso

Inserção Lateral: Trato íleotibial da fáscia lata e tuberosidade glútea do fêmur

Inervação: Nervo Glúteo Inferior (L5 - S2)

Ação: Extensão e rotação lateral do quadril

Glúteo Médio

Inserção Superior: Face externa do íleo entre a crista ilíaca, linha glútea posterior e anterior

Inserção Inferior: Trocânter maior

Inervação: Nervo Glúteo Superior (L4 - S1)

Ação: Abdução e rotação medial da coxa

Glúteo Mínimo

Inserção Superior: Asa ilíaca (entre linha glútea anterior e inferior)

Inserção Inferior: Trocânter maior

Inervação: Nervo Glúteo Superior (L4 - S1)

Ação: Abdução e rotação medial da coxa. As fibras anteriores realizam flexão do quadril

Um comentário:

  1. Eu tenho RLF (retificação da lordose fisiológica). É horrível. Eu tenho algumas dores quando estou sentado na parte lombar e também dor ciática (ao abaixar é uma dorzinha chata demais). Parabéns pela site. Tudo de bom!

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